terça-feira, 5 de abril de 2011

Episódio I

No castelo:Bedonna Gadonna estava a fazer as suas necessidades e, quando termina, realiza o chamamento.

BED. "Cindiléia! Venha-me limpar o real anús!"
CIN. " Sim, meu amo! A vossa vontade é o meu realizar!"
BED. "Com rapidez!"

Depois de ser limpinho, o poderoso rei decide caminhar até à janela e observar o ambiente.
Depois de ficar esclarecido, Bedonna anda nos corredores gigantes do palácio e, como de costume, saúda os súbditos da corte. Encontra Margarida de Cortona, a filha da arqui-inimiga do seu falecido pai (salientando que foi mandado assassinar).

MAR. (fazendo uma vénia) "Vossa graça!"
BED. "Não deveria estar a aprender a andar de quadrúpede? Creio que lhe foi incutido que um nobre de valor saberia fazê-lo."
MAR. "Peço perdão alteza! A minha ignorância será punida com severidade."
BED. "Assim espero que seja! Trate disso imediatamente! Lembre-se que faz parte desta corte devido à sua família! Eu não simpatizo consigo! Só preciso de um pretexto para acabar com a sua presença sem existir descontentamento!"
MAR. "Sem dúvida alguma! Esse pretexto não vai surgir!"

Sorrindo, a real realeza continua o seu caminho. Estava na hora de abandonar o castelo e ter o seu encontro semanal.

No jardim:Bedonna Gadonna chega ao jardim e encontra Elvira Caixão, a bruxa da aldeia.

BED. "Bruxa possuída por algo que espero que seja menos poderoso do que eu, temos que conversar."
ELV. (fazendo uma vénia) "Alteza!"
BED. "O acordo ainda não acabou feiticeira! Sabes bem disso."
ELV. "Esse meu conhecimento nunca será esquecido."
BED. " Assim espero! Amanhã será a festa da corte e necessito do animal preparado para a animação! Trate disso!"

Sem esperar para ser amado vocalmente, o soberano entra novamente no castelo.
Elvira Caixão, em troca dos seus serviços à Coroa, podia trabalhar nos jardins reais.
A bruxa, entendendo a mensagem, vai à parte proibída da fortaleza. O labirinto.
Já no sítio, percorre o caminho já decorado do complicado local.
Chegando ao centro, invoca a terrível criatura.

ELV. "Georgina! Aparece que tens um serviço dado pelo rei!"
GEO. " Meeeee... Estava a dormir! A eternidade torna-se cansativa."
ELV. " Calada, nojenta criatura!"

O feio fauno começa a definhar quando Elvira lhe aponta um dedo.

GEO. "Meeeee... Pára! Por favor, pára! Para mim você é a rainha!"
ELV. "Ahahahahahaha! Em breve matarei o rei e serei a mais poderosa!"
GEO. "E eu, com todo o orgulho, serei a sua escrava."
ELV. "Sim, será verdade cabra rafeira! Amanhã haverá uma festa na corte e o nojento do Bedonna quer que improvises algo. Trata disso! Não deixes cair o disfarce, aberração!"
GEO. "Pode confiar!"

Enquanto faz o caminho de retorno, Elvira revela sozinha.

ELV. "Sou tão poderosa! Em breve serei magnífica!"

No quarto real:Bedonna colocava a máscara de pepinos do Alasca, únicos no mundo, menos do Alasca. Oh, como era rico e poderoso.
A festa de amanhã seria um estrondo.
Nunca mais seria ou deveria ser esquecida!

FIM

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